top of page

Idade Moderna

Cap.jpg

Ao longo dos últimos cinco anos, desenvolvemos com os graduandos de História, da Universidade Federal de Rondonópolis, uma interessante atividade avaliativa: a escrita de textos paradidáticos que articulassem alguma linguagem artística com os temas abordados nas aulas de História Moderna, da Universidade Federal de Rondonópolis.

Para tanto, a cada nova turma, alterou-se o tipo de objeto de análise: filmes, teatro, pinturas, jogos... o resultado foi um rico material produzido por docentes em formação, que articula conhecimentos específicos sobre História Moderna com o olhar lapidado para a leitura de documentos audiovisuais.

Parte desses trabalhos foi reunido no formato de coletânea, possibilitando que outros(as) docentes possam tanto se inspirar nas propostas paradidáticas pensadas por esses(as) estudantes, como também na própria dinâmica que possibilitou a elaboração desses textos (agora capítulos).

A Coletânea "Experiências paradidáticas: o potencial uso de linguagens artísticas para o ensino de História Moderna" é um e-book de uso livre, mas com os direitos autorais reservados aos autores e ao projeto CoNexos.

Abaixo disponibilizamos o arquivo em dois formatos: e-pub e PDF. Esperamos que essa leitura possa contribuir com aqueles que buscam pensar novas possibilidades de construção de conhecimento em sala de aula.

Jogo do Ganso

Com os primeiros registros datados do final do século XVI na Itália, de onde se espalhou por toda a Europa, o Real Jogo do Ganso é considerado o primeiro jogo de tabuleiro impresso após a invenção da prensa de Gutenberg, em meados do século XV. Ele também é reconhecido como o grande precursor da popular onda de jogos que marcou o período georgiano e a era vitoriana no século XIX. Dentro da classificação proposta por Stewart Woods, essa modalidade pertence à categoria dos jogos de mercado de massa, posicionando-se cronologicamente após os jogos tradicionais da antiguidade, como o Senet e o Xadrez, e antes dos chamados hobby games, que surgiram em meados do século XX englobando RPGs, jogos de cartas e eurogames.

 

A dinâmica do jogo se desenvolve em um tabuleiro de 63 casas dispostas em uma espiral no sentido horário, cujo percurso avança da extremidade externa em direção ao centro. Projetado para 2 a 4 jogadores, o avanço das peças depende exclusivamente do lançamento de dois dados, sendo que a maioria das casas reserva recompensas ou penalidades aos participantes. Ao longo do trajeto, pode-se perder a vez, recuar algumas posições ou até mesmo ser obrigado a reiniciar a partida do começo; já as casas ilustradas com gansos concedem movimentos extras, que tanto podem acelerar o progresso quanto atrasá-lo, dependendo da direção do deslocamento. Para vencer, é preciso atingir a última casa antes dos adversários, o que torna a vitória um reflexo puramente do acaso e da sorte nos dados, sem a exigência de qualquer planejamento estratégico.

Acesse o material de apoio clicando na imagem para conhecer um pouco mais sobre o Jogo do Ganso e as suas regras.

Jogo (8).png
Jogo (7).png

Projeto de pesquisa "CoNexos: TDICs em tempos pós ensino remoto emergencial", apoiado pelo FAPEMAT/CNPq 001/2022 Programa de Apoio à Fixação de Jovens Doutores no Brasil

bottom of page